1. Comece com uma boa imagem
Use a imagem de produto ou de campanha que já funciona melhor.
IMAGEM PARA VÍDEO
Parta de uma imagem parada e limpa, escolha a direção do movimento, a duração e o formato, e crie vídeos curtos para redes sociais pagas, stories e campanhas de lançamento.
Sem software de design nem engenharia de prompts.
Use a imagem de produto ou de campanha que já funciona melhor.
Escolha o estilo de movimento, a duração do clipe e o formato.
Exporte um vídeo curto para anúncios, stories ou email.
Redes sociais pagas.
Dê movimento aos criativos estáticos que já funcionam, sem marcar uma filmagem.
Materiais de lançamento.
Crie clipes curtos a partir de visuais de produto já aprovados pela equipa.
Email e landing pages.
Use movimento onde a atenção ajuda mas o tempo de produção é curto.
Testes criativos.
Compare imagem parada e movimento a partir do mesmo visual.
A conversão de imagem para vídeo não substitui uma filmagem, e é por a tratarem como tal que muitas equipas ficam desiludidas. É uma forma de dar movimento a uma imagem parada que já funciona — a imagem de campanha que teve bons resultados, a foto da página de produto que a equipa já aprovou, o visual de lançamento que está na biblioteca.
Este enquadramento importa porque muda aquilo que deve esperar. Não está a dirigir uma cena; está a dar a uma imagem existente movimento suficiente para conquistar atenção num feed.
Funciona em lançamentos de produto que precisam de criativos depressa, em remarketing feito com fotografia que já é sua e em colocações de email ou redes sociais em que o movimento é um extra e não a história toda. Em todos os casos, a imagem transporta a mensagem e o movimento transporta a atenção.
Falha quando a imagem parada é fraca. O movimento amplifica o que já lá está — uma foto de produto confusa passa a ser uma foto de produto confusa em movimento. Falha também quando o movimento compete com o produto: movimentos de câmara dramáticos e estilizações pesadas afastam o olhar daquilo que está a vender. Aqui, o simples é quase sempre mais forte.
Bastam três perguntas. O movimento preserva a integridade da imagem do produto ou o objeto desviou-se e deformou-se? Consegue controlar o formato e a duração sem complicações, já que um clipe com o formato errado para a colocação não serve de nada? E consegue produzi-lo a partir de materiais que já tem, sem precisar de novas filmagens?
Compare-o com a imagem parada que lhe deu origem, não com vídeo de estúdio. A comparação honesta é saber se a versão com movimento rende mais do que a versão estática na mesma colocação — um teste que vale a pena fazer antes de apostar em movimento numa campanha inteira.
Não. Dá movimento a uma imagem parada que já funciona, o que é outra coisa. Use-o em colocações de feed, remarketing e cobertura de lançamentos, em que a imagem transporta a mensagem e o movimento conquista a atenção.
Normalmente é movimento a mais. Movimentos de câmara fortes e estilizações intensas fazem o objeto desviar-se e deformar-se. Reduza o movimento — um movimento subtil preserva a integridade do produto e costuma até funcionar melhor.
Siga a colocação em vez de uma regra geral: vertical para Reels, TikTok e Stories, quadrado ou 4:5 para o feed, 16:9 para landing pages e email. Defina o formato antes de gerar, porque reenquadrar depois corta a composição que acabou de criar.